As mudanças ocorridas nos últimos anos e a evolução dos acessos econômicos, culturais, tecnológicos e sociais da contemporaneidade, vêm sendo acompanhados pela sociedade.
Cabe aos poderes públicos e sociedade civil mundiais, dar horizontes e oportunidades iguais para formação cidadãos capazes de responder às necessidades do mundo atual o que torna necessário criar mecanismos sejam educacionais, sejam informativos, sejam inclusivos que permitam a todos o exercício da Cidadania em sua forma plena.
Nesse sentido, a Federação Brasileira de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB criou a Comissão Brasileira de Bibliotecas Escolares – CBBE, defendendo como imprescindível a todo ser humano o direito, o prazer, e a utilidade da descoberta a partir do acesso ao conhecimento cultural, educacional científico e tecnológico dispostos socialmente.
Assim, a CBBE destaca o estudo a pesquisa e a divulgação de informações em Biblioteconomia e Bibliotecas Escolares, por ser o ambiente presente na vida do estudante desde a mais tenra idade, podendo, nesse sentido, ser juntamente com a escola, uma das primeiras contribuintes na formação intencional de sujeitos éticos e conscientes de seus direitos e deveres humanitários,
Consciente que é improvável que seja distribuído a toda a sociedade recursos ou politicas individuais de acesso à informação e cultura que não pela a criação de espaços formais destinados a esse fim, a Comissão Brasileira de Bibliotecas Escolares entende que Bibliotecas Escolares, Públicas, Comunitárias, Acadêmicas, Museus, entre outros, são espaços sociais, formais e inclusivos, com potencialidades para a mediação da informação à sociedade de forma organizada e contemporânea, devendo ser apoiadas e protegidas em seus conceitos e paradigmas para assegurar e garantir à sociedade acesso a recursos informacionais, independente de seu suporte (midiático, impresso, eletrônico, iconográfico ou virtual), sendo, A BIBLIOTECA ESCOLAR, espaço motivador para o exercício dos processos de ensinoaprendizagem, do aprimoramento da cultura e da cidadania desde a primeira infância dos indivíduos devido ao contexto educacional a que são partícipes, configurando-se em ambientes definidos, por excelência para organização de acervos destinados ao acesso e ampliação dos saberes estabelecidos pela sociedade, independente de qualquer contexto social, cultural, econômico ou étnico do indivíduo.
Seus atuais membros são os professores e bibliotecários: Claudio Marcondes (Universidade Federal de São Paulo (USP)), Bernadete Campello (Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG/GEBE), Carla Floriana Martins (Associação de Gestão e Engenharia de Sistemas de Informação – AGESIN), Lizandra Estabel (lnstituto Técnico Federal do Rio Grande do Sul) e Katharina Berg (International Association of School Librarianship (IASL)).